Duas Irmãs fizeram a Profissão Perpétua segundo as Constituições da Congregação das Irmãs Dominicanas de Santa Catarina de Sena. Estamos a falar da Irmã Amélia Paula Zeballos Gomez, peruana, e Irmã Augusta Araújo de Andrade, timorense.
A cerimónia foi presidida por Sua Excelência Revendíssima Dom Rui Valério, Patriarca de Lisboa, que na sua homilia, brindou os presentes com palavras sábias e animadoras.
No Batismo as duas Irmãs, como qualquer outro cristão, foram consagradas a Deus pela água e pelo Espírito. Hoje, envolvidas e transformadas pelo olhar amoroso de Deus, uniram-se mais intimamente a Cristo e à Igreja pelo novo vínculo da Profissão Perpétua.
Abertas ao desafio de descobrirem a si mesmas como Vontade de Deus Pai, querem dedicar-se a fazer a referida Vontade do Pai. Querem progredir no amor a Deus e ao próximo, seguindo o propósito apostólico da nossa Congregação, como mulheres evangélicas que desejam alcançar a sua salvação e a dos outros, seguindo as pegadas do Salvador. Mulheres de Deus e para Deus.
Com o auxílio do Espírito Santo incorporaram-se na nossa Congregação pela Profissão Perpétua, consagrando-se totalmente a Deus e entregando-se de um novo modo à Igreja universal. Querem se dedicar inteira e integralmente à evangelização, na Missão de Fazer o Bem Sempre. E, a curto ou a longo prazo, as duas Irmãs irão regressar para as suas comunidades de missão, na Albânia e em Timor Leste.
Tudo começou há 157 anos, quando duas jovens Irmãs, recém consagradas, chegaram a Lisboa no dia 13 de novembro de 1868 (Memória das Datas pg. 34) e, orientadas por Teresa de Saldanha, formaram o tripé que deu início a esta Congregação. Hoje também duas Irmãs integram este projeto para a continuidade da Congregação.
Há 133 anos, no dia 2 de outubro de 1892, Teresa de Saldanha fez a sua profissão perpétua, na capela de São José, em São Domingos de Benfica (Memória das Datas pg. 48). Hoje, 13 de novembro de 2025, no memo local, as duas Irmãs fizeram a sua profissão perpétua.
Tanto no passado como no presente, as Irmãs, ao entregarem-se totalmente, contam com a ajuda de Deus e a das Irmãs da Congregação.
S.G.
















