O sexto dia do VI Encontro Internacional das Irmãs Dominicanas de Santa Catarina de Sena foi marcado por momentos de diálogo profundo e de escuta recíproca entre o Conselho Geral e diferentes grupos da Congregação. O dia 24 de julho destacou-se pela riqueza das partilhas e pela busca conjunta de caminhos para viver e testemunhar a esperança que transforma.
Manhã com as Formandas (Postulantes, Noviças e Juniores)
O dia iniciou com breves minutos de Conversa no Espírito, preparando o coração para o encontro. A Madre Geral dirigiu palavras de gratidão às formandas, reconhecendo a beleza da resposta ao chamado de Jesus e a escolha pela Congregação. Sublinhou que este dom é também responsabilidade e desafio, e que a Congregação precisa da colaboração das jovens para manter vivo o carisma. Recordou que em 1966 o rosto da Congregação era de três mulheres – a Madre Fundadora e as duas primeiras Irmãs, Maria José e Maria Madalena – e hoje são muitos rostos que expressam a vitalidade do carisma.
Após esta introdução, as formandas trabalharam em grupos refletindo sobre:
- Como podem ser Semeadoras da Esperança que Transforma.
- O que esperam da Congregação nesta etapa de formação.
- Seus sonhos para o futuro da Congregação.
- Projetos de missão para celebrar os 190 anos do nascimento da Madre Fundadora.
- Ações concretas que desejam ver desenvolvidas.
Meio-dia com as Aspirantes
O Conselho Geral dialogou com as aspirantes sobre a experiência de ser aspirante, as dificuldades desta etapa e o impacto do tema do encontro em suas vidas. A Madre Geral destacou que o simples facto de quererem fazer experiência na Congregação já é sinal de esperança para a Congregação, para a Igreja e para o mundo. Incentivou-as a serem verdadeiras, transparentes e abertas à comunidade, à mestra e ao estudo.
As aspirantes também puderam fazer perguntas, respondidas pela Madre Geral, pela Ir. Maria do Bomfim e pela Ir. Maria Justina Câmbizi. Entre elas:
- Como é ser Madre Geral da família Dominicana de Santa Catarina de Sena?
- Por que as Irmãs não usam hábito semelhante ao da Madre Fundadora?
- Quais as maiores dificuldades de uma Conselheira Geral?
- Como está a ser a experiência da Ir. Maria do Bomfim que veio pela primeira vez em Angola?
Tarde com Provinciais, Conselhos Provinciais e Formadoras
Às 16h, o Conselho Geral reuniu-se com as Provinciais, Conselhos Provinciais e Formadoras. O diálogo centrou-se nas Diretrizes do Encontro Internacional, refletindo sobre:
- O que mais tocou e ecoou no coração das Irmãs.
- Sugestões para o futuro da Congregação.
- A importância de transformar as Diretrizes em protocolos práticos, adaptados às realidades de cada país e comunidade, sem perder a fidelidade ao espírito congregacional.
A Madre Geral reforçou que cada província e cada obra deve elaborar o seu protocolo, como forma de dar corpo às Diretrizes e garantir sua aplicação concreta. Ao final, manifestou sua alegria pelo clima de acolhimento, atenção e comunhão vivido neste encontro.
Conclusão O dia 24 de julho foi marcado pela escuta, pelo diálogo e pela partilha de sonhos e responsabilidades. As diferentes etapas de formação e os diversos níveis de liderança congregacional se encontraram para fortalecer a esperança que transforma. Este caminho conjunto reafirma que a Congregação continua viva, fecunda e comprometida com a missão de ser presença do Evangelho no coração do mundo.
Pela Comissão da Comunicação
(Ir. Nélia, Ir. Irene, Ir. Fabiana e Ir. Justina)














